DESARROLLO DE LA TEORÍA DEL CAMPO ESTATAL DE GESTIÓN DE CONFLICTOS
la estrategia militarizada e inquisitorial de control en tres contextos
DOI:
https://doi.org/10.31060/rbsp.2026.v20.n2.2126Palabras clave:
Militarización de la seguridad, Control de la delincuencia, Polícia, Audiencia de prisión preventiva, Policía penitenciariaResumen
Este artículo propone analizar la militarización del control estatal de la delincuencia en tres instituciones del ámbito de la gestión de conflictos: la policía militar, la justicia penal y el sistema penitenciario. A partir de datos cualitativos procedentes de observaciones, entrevistas y datos secundarios sobre el encarcelamiento, se pretende poner de manifiesto la capilaridad de esta estrategia de control de la delincuencia y las articulaciones entre el pensamiento, la organización y la acción en estas instituciones, en torno al modelo bélico. La articulación de las tres instituciones reveló que coexisten las luchas sociales por la democratización de la justicia, la seguridad y el castigo con el aumento de la represión penal y la letalidad policial, lo que agrava la desigualdad racial en este escenario. Así, es posible concluir que las persistencias autoritarias tienen un carácter innovador, que se actualiza a medida que se exigen reformas y transformaciones.
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