DELITOS, VIOLENCIA Y POBLACIÓN LGBT EN AMAZONAS
DOI:
https://doi.org/10.31060/rbsp.2026.v20.n2.2038Palabras clave:
LGBT, Violencia, Amazonas, Homofobia, TransfobiaResumen
El artículo analiza la cuestión de la violencia contra la población LGBT en el estado de Amazonas y la violencia ejercida por esta, durante el periodo comprendido entre 2021 y 2022. El estudio es relevante en la medida en que estas personas, además de ser víctimas habituales de diversos tipos de violencia que se intensifican cada año, siguen sufriendo procesos de invisibilización, tanto por la falta de preparación de los agentes públicos para atender sus demandas como por las deficiencias en los instrumentos y/o mecanismos de registro de los incidentes, e incluso por el desconocimiento de los fundamentos teóricos y normativos que rodean la cuestión. Ante este contexto, el estudio busca responder a la siguiente pregunta: ¿Cuál es el perfil de las víctimas y de los acusados entre la población LGBT en el estado de Amazonas y cuáles son los tipos de violencia y las limitaciones de los organismos de seguridad en su deber de proteger a estas personas? Para ello, se llevó a cabo un estudio cuantitativo, exploratorio, descriptivo, bibliográfico y documental. Se aplicó la técnica estadística de análisis exploratorio de datos, con la representación del fenómeno estudiado mediante tablas y gráficos. Los resultados indican que pocos de los delitos denunciados en la capital y en el interior del Amazonas —que representan el 0,36 % del total— afectan a hombres y mujeres homosexuales, lesbianas, bisexuales y transgénero. Los indicadores de violencia, como la homofobia y la transfobia, así como categorías como el género, la sexualidad, la raza y la interseccionalidad, no se identifican en los registros. Además, los datos sobre las víctimas LGBT son escasos y están muy mal estructurados. No es raro que se invierta el papel de víctimas y autores debido a fallos en la redacción de los atestados policiales, lo que contribuye a la invisibilización de la violencia que sufren estas personas y al agravamiento de la situación.
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