DESAFÍOS Y DINÁMICAS EN LA LUCHA CONTRA LA VIOLENCIA DE GÉNERO EN EL ESTADO DE RÍO DE JANEIRO
DOI:
https://doi.org/10.31060/rbsp.2026.v20.n2.2174Palabras clave:
Violencia de Género, Estado de Rio de Janeiro, Análisis Estadístico, Políticas Públicas, Red de EnfrentamientoResumen
Este artículo presenta los resultados del estudio «La lucha contra la violencia de género en el estado de Río de Janeiro: dinámicas, flujos y retos», realizado en la Fundación Getúlio Vargas de Río de Janeiro. Esta investigación se centró en tres frentes: (i) investigación cuantitativa; (ii) investigación cualitativa a partir de entrevistas semiestructuradas y (iii) análisis normativo. Se analizaron diversas cuestiones, como la incidencia de los delitos por región y por tipo de comisaría, el perfil de las víctimas y su relación con los agresores, los casos según las categorías establecidas por la Ley Maria da Penha, las acciones penales y las medidas de protección aplicadas por el Tribunal de Justicia de Río de Janeiro (TJRJ), y los procedimientos desarrollados por la Fiscalía del Estado de Río de Janeiro (MPRJ). Además, se llevó a cabo una amplia revisión bibliográfica sobre los derechos de las mujeres, la violencia de género y las políticas públicas de lucha contra la violencia contra las mujeres en once municipios del estado de Río de Janeiro. Se realizaron entrevistas a profesionales que trabajan en la Red de Lucha y Atención a la Violencia contra la Mujer, en el sistema de justicia y en la seguridad pública, con el fin de comprender cómo se llevan a cabo en la práctica la prevención, la asistencia, el control y la represión de la violencia de género.
A partir de los resultados, el artículo pretende comprender la coordinación entre las entidades que conforman la Red de Lucha y Atención contra la Violencia hacia las Mujeres en el estado de Río de Janeiro, presentando aspectos teóricos, percepciones de los profesionales y análisis estadísticos sobre los delitos de género cometidos entre 2006 y 2021. Se concluye que la eficacia de las políticas de lucha contra la violencia de género en Río de Janeiro está directamente vinculada a la coordinación continua entre instituciones, a la estabilidad de las redes de protección y al fortalecimiento de las capacidades estatales de implementación y coordinación intersectorial.
Descargas
Citas
ALMEIDA, Raquel Esmeraldina Sabino de. Políticas públicas municipais no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Estudo Técnico nº 2/2019/CAL/MD/CMRJ. Rio de Janeiro: Câmara Municipal do Rio de Janeiro, 2019.
ALVES, Tamires Maria. Enjaulados: Escolha Punitiva Brasileira e Perspectivas Desencarceradoras. Curitiba: Appris, 2021.
AMARAL, Thiago Bottino do; PRATES, Fernanda; ALVES, Tamires. O enfrentamento à violência de gênero no estado do Rio de Janeiro: dinâmicas, fluxos e desafios. Rio de Janeiro: FGV Direito Rio, 2023.
BANDEIRA, Lourdes Maria; ALMEIDA, Tânia Mara Campos de. A transversalidade de gênero nas políticas públicas. Revista do Ceam, Brasília/DF, v. 2, n. 1, p. 35-46, 2013.
BRASIL. Secretaria de Políticas para as Mulheres – Presidência da República. Instrumentos Internacionais de Direitos das Mulheres. Brasília: Secretaria de Políticas para as Mulheres, 2006a. (Série Documentos).
BRASIL. Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 8 ago. 2006b.
BRASIL. Secretaria Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Secretaria de Políticas para as Mulheres – Presidência da República. Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Brasília: Secretaria de Políticas para as Mulheres, 2011a. (Coleção: Enfrentamento à Violência contra as Mulheres).
BRASIL. Secretaria Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Secretaria de Políticas para as Mulheres – Presidência da República. Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Brasília: Secretaria de Políticas para as Mulheres, 2011b. (Coleção: Enfrentamento à Violência contra as Mulheres).
BRASIL. Lei nº 12.845, de 1º de agosto de 2013. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2 ago. 2013.
BRASIL. Lei nº 13.104, de 9 de março de 2015. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 10 mar. 2015.
BRASIL. Lei nº 13.718, de 24 de setembro de 2018. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 25 set. 2018.
BRASIL. Lei nº 14.550, de 19 de abril de 2023. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 20 abr. 2023a.
BRASIL. Secretaria de Políticas para as Mulheres – Presidência da República. Norma Técnica de Uniformização dos Centros de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência. Brasília: Secretaria de Políticas para as Mulheres, 2006b.
CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (CNJ). Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero: 2021. Brasília, DF: CNJ, 2021.
INESC – Instituto de Estudos Socioeconômicos. Nota Técnica: Análise do orçamento de políticas de enfretamento à violência contra as mulheres (de 2019 a 2023). Brasília/DF, 2023.
LOPES, Twig Santos. Mulheres, justiça e caminhos de dor: um estudo empírico nas varas de violência doméstica e familiar de Belém - PA. 2018. 126 f. Dissertação (Mestrado em Direito) – Instituto de Ciências Jurídicas, Universidade Federal do Pará, Belém/PA, 2018.
MARCONDES, Mariana Mazzini; DINIZ, Ana Paula Rodrigues; FARAH, Marta Ferreira Santos. Transversalidade de gênero: uma análise sobre os significados mobilizados na estruturação da política para mulheres no Brasil. Revista do Serviço Público, Brasília/DF, v. 69, n. 2, p. 35-61, 2018.
MELLO, Marília Montenegro Pessoa de; ROSENBLATT, Fernanda Fonseca; MEDEIROS, Carolina Salazar L’armée Queiroga de. Precisamos conversar sobre os efeitos não declarados da Lei Maria da Penha. Boletim IBCCRIM, São Paulo, v. 285, 2016.
PASINATO, Wânia. Acesso à justiça e violência doméstica e familiar contra as mulheres: as percepções dos operadores jurídicos e os limites para a aplicação da Lei Maria da Penha. Revista Direito GV, São Pulo/SP, v. 11, n. 2, p.407-428, 2015.
SAMPAIO, José Adércio Leite Sampaio; SOUTO, Luana Mathias. Ausência de interseccionalidade nas políticas públicas de promoção da igualdade de gênero na política brasileira. Revista do Direito, Santa Cruz do Sul/RS, n. 64, p.52-62, 2021.
SANTOS, Cecília MacDowell; IZUMINO, Wânia Pasinato. Violência contra as mulheres e violência de gênero: notas sobre estudos feministas no Brasil. Estudios Interdisciplinarios de América Latina y el Caribe, v. 16, n. 1, p. 147-164, 2005.
SANTOS, Cecília MacDowell; MACHADO, Isadora Vier. Punir, restaurar ou transformar? Por uma justiça emancipatória em casos de violência doméstica. Revista Brasileira de Ciências Criminais, São Paulo/SP, v. 146, ano 26, p.241-271, 2018.
SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil para a análise histórica. Nova Iorque: Columbia University, 1989.
SCOTT, Joan. Gender: a useful category of historical analysis. Tradução: Christine Rufino Dabat, Maria Betânia Ávila. Edição SOS Corpo – Gênero e Cidadania, 1995.
SOZZO, Máximo. Populismo punitivo, proyecto normalizador y “prisión-depósito” en Argentina. Sistema Penal & Violência, Porto Alegre/RS, v. 1, n. 1, p. 33-65, 2009.
TAVARES, Juarez. Fundamentos de teoria do delito. 1. ed. Florianópolis: Tirant lo Blanch, 2018.
ZAFFARONI, Eugenio Raúl. Em busca das penas perdidas: a perda de legitimidade do sistema penal. Tradução: Vânia Romano Pedrosa, Amir Lopez da Conceição. Rio de Janeiro: Revan, 1991.
ZAFFARONI, Eugenio Raúl; BATISTA, Nilo; ALAGIA, Alejandro; SLOKAR Alejandro. Direito Penal Brasileiro. Segundo Volume, Tomo 1. Rio de Janeiro: Revan, 2017.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista Brasileira de Segurança Pública

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Licencia
La Revista Brasileña de Seguridad Pública utiliza la Licencia Creative Commons como forma de licenciamiento para sus trabajos publicados. La licencia utilizada sigue el modelo CC BY 4.0 - Atribución 4.0 Internacional.
Para ver los derechos permitidos por favor vaya a la licencia completa o a nuestra página de Derechos de Autor y Licencias.
